
sábado, 5 de Dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009
Um telefonema de trabalho acaba num convite inesperado para jantar. Vou, não vou, não sei, que se lixe, vou e acabou. Ele vem buscar-me a casa, leva-me a jantar a um restaurante de sushi que não conhecia e de que passei a ficar fã, diz merda que me faz rir o jantar inteiro, trata-me como uma lady, não me deixa sequer tocar no talão da conta, leva-me a conhecer o apartamento novo e vem deixar-me a casa antes da meia-noite.
E a verdade é que não estou nem um bocadinho habituada a que me tratem assim. O estimado leitor poderá questionar-se:
Então mas isto não é uma situação perfeitamente normal?
E eu respondo:
Sim, é perfeitamente normal para a maioria das pessoas. Mas não para mim que tenho um dedo podre e só me dou com aquelas pessoas com que ninguém se deveria dar. Ninguém.
E se calhar se tivesse ido jantar com um parasita da sociedade, daqueles que temos de ir buscar e levar a casa, pagar o jantar, ouvir ordinarices a noite inteira e que nos tratam não como a lady que somos, mas como um amigalhaço qualquer da bola, se calhar, até tinha uma borboletinha na barriga...
Talvez, só tenha ainda casulos como diz a D., talvez.
Ou então não.
We'll see.
E a verdade é que não estou nem um bocadinho habituada a que me tratem assim. O estimado leitor poderá questionar-se:
Então mas isto não é uma situação perfeitamente normal?
E eu respondo:
Sim, é perfeitamente normal para a maioria das pessoas. Mas não para mim que tenho um dedo podre e só me dou com aquelas pessoas com que ninguém se deveria dar. Ninguém.
E se calhar se tivesse ido jantar com um parasita da sociedade, daqueles que temos de ir buscar e levar a casa, pagar o jantar, ouvir ordinarices a noite inteira e que nos tratam não como a lady que somos, mas como um amigalhaço qualquer da bola, se calhar, até tinha uma borboletinha na barriga...
Talvez, só tenha ainda casulos como diz a D., talvez.
Ou então não.
We'll see.
quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009
A Madalena tem um diário
A Madalena tem 18 anos, um riso contagiante, uma família fantástica que a adora e idolatra, e tem, acima de tudo, a maior coragem do mundo. Um cancro não é justo aos 60 anos, muito menos aos 18 quando se tem a vida inteira pela frente. A Madalena tem um diário e com a sua garra de leoa dá uma grande lição de vida a muita gente. Passem por lá. O apoio e a força nunca serão demais.
terça-feira, 24 de Novembro de 2009
terça-feira, 17 de Novembro de 2009
Sinceramente, não sei o que hei-de fazer. Não sei se devo fechar este blog, se devo deixá-lo ao abandono ou se devo criar um novo. Não escrevo nada de jeito há séculos (ou desde sempre, vá). Na maior parte das vezes que penso cá vir é para escrever coisas deprimentes, portanto mais vale ficar sossegadinha. Contar uma peripécia ou piada qualquer? Para quê se já a repeti quinhentas vezes e pessoalmente às pessoas que lêem o blog? E depois o nome...é ridículo, irrita-me solenemente. Não sei se é por ter sido baseado numa private joke que eu partilhava com uma pessoa que já saiu da minha vida há anos (e que terá sido extremamente sobrevalorizada) ou se é pela alergia que tenho vindo a desenvolver em relação a blogs cor-de-rosa. Quer dizer, não me interpretem mal, o meu é cor-de-rosa, é fútil até mais não e nunca tive pretensões que fosse um blog sério. Já não há é cu para tanto alarido à volta dos blogs cor-de-rosa e peixaradas blogcenas. Acho que odeio gajas, logo odeio tudo o que este blog representa, ou seja, odeio-me. Aliás, eu acho é que odeio pessoas, como diria a sábia da M.
Ou então não odeio nada e estou só a ficar esquizofrénica.
Ou então não odeio nada e estou só a ficar esquizofrénica.
sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
I don't know what can i save you from
Ainda bem que não vou poder ir ao concerto de Kings of Convenience (muito obrigada, senhores das finanças) porque da maneira como isto anda tenho a certeza que iria passar o concerto inteiro chorar.
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